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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Jeitinhos de mamar
Você sabia que pediatras da Academia Americana de Pediatria já catalogaram os padrões mais comuns de estilo e ritmo das crianças mamar?
Conheça alguns:
O Homer Simpson
Esse bebê ataca os seios e os suga vorazmente, assumindo uma linguagem corporal que podemos definir como “estou morto de fome”. Segundo Tanya, o bebê Homer grunhi, grita, geme e faz outros ruídos que indicam que o leite não vem rápido o suficiente para satisfazê-lo. “Além disso, as pernas do bebê se movimentam com tanta velocidade, para demonstrar sua frustração, que podem ser uma arma.”
O Gourmet
Segundo Tanya, esse bebê se aproxima do seio como o crítico de gastronomia de seu jornal local. “Muitas vezes, o bebê reclina em uma posição confortável e, devagar, saboreia cada gole. Ele também pode dar um grande estalar de lábios”. Pode titubear se solta o seio ou não, como nós quando não conseguimos nos afastar de uma refeição tão deliciosa.
O Social Butterfly
Tany diz que esse bebê gostaria de passar mais tempo se socializando do que se alimentando. “Ele vai olhar para o rosto da mãe, vai sorrir para o que está ao seu redor e ao redor do mamilo, mas pouco se anima. Acaba por travar uma conversa, na linguagem dos bebês, com o mamilo”, diz Tanya. Bem, bebês borboletas são fáceis de identificar, pois deixam as mães bem preocupadas. Mas dá para perceber que eles não têm pressa. Uma sessão de 10 minutos de mamada pode se transformar em 30 minutos de socialização com o seio e com mundo. O que pode significar pouca comida na barriga.
O Sampler
“Não obrigado, eu não estou com fome” é o estilo desse bebê. Ele mama um pouquinho, solta o seio, mama mais um tantinho, solta de novo. Fica nesse mama e solta ad infinitum. Mas, ao contrário do Social Butterfly, o Sampler consegue esvaziar pelo menos um seio.
O Acrobata ou Contorcionista
Esse é o mais estraho. Segundo Tanya, quanto mais velho e mais móvel, mais acrobata ou contorcionista. “Ele executa complexas posições de ginástica para mamar. Algumas, inclusive, podem significar enfiar a cabeça entre os pés ou ficar agachado enquanto mama”. A mãe dos acrobatas, diz Tanya, pode ter sua paciência duramente testada com esse filho.
O Brincalhão
Esse bebê adora brincar com o seio materno. Um exemplo que Tanya cita é aquele bebê que se diverte com o leite que esguiça em seu rosto. Ou ainda aquele que começa a puxar a cabeça para trás levando consigo o bico do seio, resultando em um seio alongado grosseiramente. Af!
Sonífero
Esse bebê usa a mama como um sonífero. Tanya diz no texto que, muitas vezes, o bebê vai querer pegar o seio só para adormecer em poucos minutos. “Talvez o seio contenha alguma forma de comprimido para dormir”, escreve ela. E garante: “Esse é um estilo muito popular”.
Fonte
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Natação para crianças
A natação é uma excelente dica ao público infantil, pois melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.
Esse é o esporte que pode fazer parte da vida da criança logo nos primeiros meses. É praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para uma adaptação ao meio líquido além de contribuir para o desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê.
Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de um tombo como rolar, movimentar perninhas e bracinhos. Além de tudo, é um meio aconchegante oferecido pela água morna.
Presença de um amiguinho
As crianças precisam da presença de um acompanhante nas aulas, alguém que a criança confie. Essa relação de confiança é de fundamental importância para o desenvolvimento afetivo do bebê. Além disso, as crianças aprendem com mais segurança, sem medo do desconhecido.
A importância da natação para a formação de sua personalidade e inteligência é algo que não se pode negar. Com os colegas na piscina, aprendem que cada um tem sua vez e todos são importantes.
DICAS:
Crianças iniciadas em um programa de adaptação ao meio líquido em idade pré-escolar têm um rendimento mais satisfatório em seu processo de alfabetização.
Não é de se espantar quando se fala que a natação é um esporte completo. Esse esporte também melhora a resistência do organismo e ajuda na prevenção e recuperação de doenças como asma, bronquite e problemas ortopédicos.
Os pais não devem matricular seus bebês nas aulas de natação com o objetivo de formarem campeões, mas sim pela formação de um hábito que lhe renderão boa saúde para sempre. A medalha de campeão em saúde ninguém tirará de seu filho.
Fonte
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Atividades para estimular a criatividade das crianças
Crianças precisam fazer atividades que estimulem a criatividade, que as façam gastar as energias. Por isso, hoje trouxemos algumas dicas para vocês aplicarem com os pequenos:
- Recortar e colar (papel colorido picado, tecidos diferentes, folhas, grãos, contas);
- Jogos de memória;
- Rasgar papéis com as mãos;
- Confecção de colares, pulseiras, etc. - com miçangas grandes;
- Pintura a dedo, esponja ou com pincel;
- Massinhas de modelar;
- Brincar de criar, faz de conta;
- Traçar linhas, perfurar, colocar cadarço no tênis e costurar;
- Imitar: rir, chorar, dar gargalhadas, fazer caretas, piscar;
- Brincar com água, terra, argila, barro, areia;
- Faça um pão juntos, deixe a criança amassar, modelar, esperem juntos esfriar para comer!
- Inventem um música. Anote a letra, grave;
- Pinte uma camiseta. Pegue uma folha, passe tinta para tecido e vocês terão uma camiseta decorada;
- Monte uma cabana, saia para acampar.
Gostou das dicas? Aplique em casa e depois nos conte aqui se funcionou :)
Fonte
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Mitos sobre a criação de filhos
Muito do que o senso comum indica que os pais devam proibir ou evitar, na verdade, pode ajudar e servir para o desenvolvimento das crianças. Então, que tal conhecer alguns mitos na criação de filhos e ficar por dentro?
Mito 1 - açúcar deixa as crianças agitadas
Pirulitos, balinhas, sorvete: além de engordar e causar cáries, essas bombas de açúcar dão tanta energia que funcionam como drogas estimulantes, capazes de fazer as crianças rodopiarem pela sala a noite inteira. Ok, as duas primeiras afirmações são verdadeiras, mas a última é puro mito. O grande vilão da alimentação infantil pode não ser uma maravilha da alimentação, mas também não é um estimulante. Como algumas crianças já são agitadas por natureza, ganhar um doce pode ser um motivo a mais de felicidade que vai deixá-las acesas por mais tempo - daí uma razão para que os pais tenham a impressão de que ela está mais ativa.
Na verdade, o açúcar pode até trazer conforto e ter efeito calmante. Além de ser o primeiro sabor reconhecido pelas crianças pequenas, o vilão também pode funcionar como um analgésico.
Mito 2 - Sujeira ajuda a criar anticorpos
Como já diriam as propagandas de sabão em pó, para que as crianças cresçam saudáveis, faz bem uma boa dose de vitamina "S" (de sujeira), certo? Por isso, virou moda entre os pais moderninhos deixar o filho se esbaldar na lama.
Os argumentos em prol dessa atitude vêm da Teoria da Higiene, proposta pelo médico inglês David Strachan no fim dos anos 80. Ele concluiu que crianças nascidas em famílias com muitos irmãos, expostas a mais agentes infecciosos, teriam menos alergias, pois colocam seu sistema imunológico para trabalhar. Ou seja: o aumento dos casos de doenças como asma, bronquite e rinite seria causado pelo excesso de limpeza e pelo pouco contato com outras pessoas contaminadas.
"Sujeira faz mal, sim. Principalmente até os dois anos de idade, quando toda criança ainda é imunologicamente deficiente", afirma o pediatra Sérgio Eiji Furuta, da Unifesp.
Mito 3 - Mamadeira é sempre pior do que leite materno
Em qualquer caixa de leite em pó, está a advertência do Ministério da Saúde: "O aleitamento materno evita infecções e alergias e é recomendado até os dois anos ou mais". Desde 2001, a Organização Mundial da Saúde recomenda que até os seis meses de idade a criança não tome ou coma nada, a não ser leite materno. Seria isso mais uma mentira que os médicos contam às mães?
Não. Não há dúvidas de que o leite produzido pela própria mãe é o melhor para mamíferos de qualquer espécie - inclusive humanos. Transmite anticorpos da mãe e é mais fácil de ser digerido e ter suas vitaminas aproveitadas pelo corpo do bebê.
O problema é que nem toda mulher pode ou gosta de amamentar. Mesmo as que podem às vezes não devem, como no caso das que precisam tomar remédios como antidepressivos, já que os princípios ativos podem passar pelo leite. Também acontece com frequência de o bebê se recusar a mamar no peito da mãe.
Mito 4 - Televisão afasta as crianças dos livros
Se a sua avó ainda acredita que a televisão atrapalha o desenvolvimento das crianças, pode contar para ela que esse é mais um mito. A impressão de que elas ficariam preguiçosas e com aversão aos livros é falsa. "Não dá para dizer que a televisão faz mal por princípio", afirma a educadora Rosália Duarte, especialista em educação da PUC-Rio. "O problema é restringir o tempo da criança a uma atividade só. Brincar somente na rua ou praticar esportes o dia inteiro também não vai ser bom", diz.
Segundo a Academia Americana de Pediatria, o ideal é que as crianças passem no máximo duas horas por dia em frente a telas luminosas (computadores e celulares entram na conta). E existe uma forma correta de assistir: de preferência em família. "Pesquisas mostram que assim a experiência muda completamente. Como quando leem um livro com um adulto e comentam sobre ele", afirma Roberta Golinkoff, especialista em linguagem e educação da Universidade de Delaware, nos EUA.
Mito 5 - Videogame atrapalha a concentração
Pelo contrário. Não só os pais modernos, que também cresceram jogando, mas psicólogos e neurocientistas já sabem hoje que os jogos eletrônicos trazem uma série de benefícios para as crianças - do aumento da concentração à capacidade de tomar decisões. Se alguém aí se pergunta como enfrentar monstros ou acelerar um carro virtual pode ajudar a desenvolver habilidades intelectuais, entenda: o importante não é no que você está pensando enquanto joga, mas a forma como você está pensando. Em boa parte dos jogos, a criança é obrigada a parar para coletar evidências, analisar situações, prever o desenrolar da partida, consultar seus objetivos a longo prazo e só então decidir.
Os games podem inclusive ajudar a melhorar o foco em crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Nos Estados Unidos, a Nasa estuda alguns desses efeitos benéficos há mais de dez anos. "Livros ativam nossa imaginação e música desperta emoções, mas os jogos te forçam a decidir, escolher, priorizar", afirma o escritor Steven Johnson no livro Tudo que é Ruim é Bom pra Você (Zahar, 2012).
Fonte
Mito 1 - açúcar deixa as crianças agitadas
Pirulitos, balinhas, sorvete: além de engordar e causar cáries, essas bombas de açúcar dão tanta energia que funcionam como drogas estimulantes, capazes de fazer as crianças rodopiarem pela sala a noite inteira. Ok, as duas primeiras afirmações são verdadeiras, mas a última é puro mito. O grande vilão da alimentação infantil pode não ser uma maravilha da alimentação, mas também não é um estimulante. Como algumas crianças já são agitadas por natureza, ganhar um doce pode ser um motivo a mais de felicidade que vai deixá-las acesas por mais tempo - daí uma razão para que os pais tenham a impressão de que ela está mais ativa.
Na verdade, o açúcar pode até trazer conforto e ter efeito calmante. Além de ser o primeiro sabor reconhecido pelas crianças pequenas, o vilão também pode funcionar como um analgésico.
Mito 2 - Sujeira ajuda a criar anticorpos
Como já diriam as propagandas de sabão em pó, para que as crianças cresçam saudáveis, faz bem uma boa dose de vitamina "S" (de sujeira), certo? Por isso, virou moda entre os pais moderninhos deixar o filho se esbaldar na lama.
Os argumentos em prol dessa atitude vêm da Teoria da Higiene, proposta pelo médico inglês David Strachan no fim dos anos 80. Ele concluiu que crianças nascidas em famílias com muitos irmãos, expostas a mais agentes infecciosos, teriam menos alergias, pois colocam seu sistema imunológico para trabalhar. Ou seja: o aumento dos casos de doenças como asma, bronquite e rinite seria causado pelo excesso de limpeza e pelo pouco contato com outras pessoas contaminadas.
"Sujeira faz mal, sim. Principalmente até os dois anos de idade, quando toda criança ainda é imunologicamente deficiente", afirma o pediatra Sérgio Eiji Furuta, da Unifesp.
Mito 3 - Mamadeira é sempre pior do que leite materno
Em qualquer caixa de leite em pó, está a advertência do Ministério da Saúde: "O aleitamento materno evita infecções e alergias e é recomendado até os dois anos ou mais". Desde 2001, a Organização Mundial da Saúde recomenda que até os seis meses de idade a criança não tome ou coma nada, a não ser leite materno. Seria isso mais uma mentira que os médicos contam às mães?
Não. Não há dúvidas de que o leite produzido pela própria mãe é o melhor para mamíferos de qualquer espécie - inclusive humanos. Transmite anticorpos da mãe e é mais fácil de ser digerido e ter suas vitaminas aproveitadas pelo corpo do bebê.
O problema é que nem toda mulher pode ou gosta de amamentar. Mesmo as que podem às vezes não devem, como no caso das que precisam tomar remédios como antidepressivos, já que os princípios ativos podem passar pelo leite. Também acontece com frequência de o bebê se recusar a mamar no peito da mãe.
Mito 4 - Televisão afasta as crianças dos livros
Se a sua avó ainda acredita que a televisão atrapalha o desenvolvimento das crianças, pode contar para ela que esse é mais um mito. A impressão de que elas ficariam preguiçosas e com aversão aos livros é falsa. "Não dá para dizer que a televisão faz mal por princípio", afirma a educadora Rosália Duarte, especialista em educação da PUC-Rio. "O problema é restringir o tempo da criança a uma atividade só. Brincar somente na rua ou praticar esportes o dia inteiro também não vai ser bom", diz.
Segundo a Academia Americana de Pediatria, o ideal é que as crianças passem no máximo duas horas por dia em frente a telas luminosas (computadores e celulares entram na conta). E existe uma forma correta de assistir: de preferência em família. "Pesquisas mostram que assim a experiência muda completamente. Como quando leem um livro com um adulto e comentam sobre ele", afirma Roberta Golinkoff, especialista em linguagem e educação da Universidade de Delaware, nos EUA.
Mito 5 - Videogame atrapalha a concentração
Pelo contrário. Não só os pais modernos, que também cresceram jogando, mas psicólogos e neurocientistas já sabem hoje que os jogos eletrônicos trazem uma série de benefícios para as crianças - do aumento da concentração à capacidade de tomar decisões. Se alguém aí se pergunta como enfrentar monstros ou acelerar um carro virtual pode ajudar a desenvolver habilidades intelectuais, entenda: o importante não é no que você está pensando enquanto joga, mas a forma como você está pensando. Em boa parte dos jogos, a criança é obrigada a parar para coletar evidências, analisar situações, prever o desenrolar da partida, consultar seus objetivos a longo prazo e só então decidir.
Os games podem inclusive ajudar a melhorar o foco em crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Nos Estados Unidos, a Nasa estuda alguns desses efeitos benéficos há mais de dez anos. "Livros ativam nossa imaginação e música desperta emoções, mas os jogos te forçam a decidir, escolher, priorizar", afirma o escritor Steven Johnson no livro Tudo que é Ruim é Bom pra Você (Zahar, 2012).
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